domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
«QUANDO EU DISSER...»
Quando eu disser não ouças,
quando eu fizer não vejas;
e, se eu estender as mãos,
não me estendas as tuas.
Aceita que eu exista como nos sonhos
que ninguém sonha,
as imagens malditas que no espelho
são noite irreflectida.
Talvez que então
da pura solidão
eu desça à vida.
1953
quando eu fizer não vejas;
e, se eu estender as mãos,
não me estendas as tuas.
Aceita que eu exista como nos sonhos
que ninguém sonha,
as imagens malditas que no espelho
são noite irreflectida.
Talvez que então
da pura solidão
eu desça à vida.
1953
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Vaga,no azul amplo solta,
Vai uma nuvem errando
O meu passado não volta
Não é o que estou chorando.
O que choro é diferente.
Entra mais na alma da alma.
Mas como, no céu sem gente,
A nuvem flutua calma,
E isto lembra uma tristeza
E a lembrança é que entristece,
Dou à saudade a riqueza
De emoção que a hora tece.
Mas, em verdade, o que chora
Na minha amarga ansiedade
Mais alto que a nuvem mora,
Está para além da saudade.
Não sei o que é nem consinto
À alma que o saiba bem.
Visto da dor com que minto
Dor que a minha alma tem.
Fernando Pessoa
Vai uma nuvem errando
O meu passado não volta
Não é o que estou chorando.
O que choro é diferente.
Entra mais na alma da alma.
Mas como, no céu sem gente,
A nuvem flutua calma,
E isto lembra uma tristeza
E a lembrança é que entristece,
Dou à saudade a riqueza
De emoção que a hora tece.
Mas, em verdade, o que chora
Na minha amarga ansiedade
Mais alto que a nuvem mora,
Está para além da saudade.
Não sei o que é nem consinto
À alma que o saiba bem.
Visto da dor com que minto
Dor que a minha alma tem.
Fernando Pessoa
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
POESIA DE JORGE DE SENA
NATAL
Natal de quê? De quem?
Daqueles que o não têm?
Dos que não são cristãos?
Ou de quem tráz às costas
as cinzas de milhões?
Natal de paz agora
nesta terra de sangue?
Natal de liberdade
num mundo de oprimidos?
Natal de uma justiça
roubada sempre a todos?
Natal de ser-se igual
em ser-se concebido,
em de um ventre nascer-se,
em por de amor sofrer-se,
em de morte morrer-se
e de ser-se esquecido?
Natal de caridade,
quando a fome ainda mata?
Natal de qual esperança
num mundo todo bombas?
Natal de honesta fé,
com gente que é tradição,
vil ódio, mesquinhez,
e até Natal de amor?
Natal de quê? De quem?
Daqueles que não o têm,
ou dos que olhando ao longe
sonham de humana vida
um mundo que não há?
Ou dos que se torturam
e tortura são
na crença de que os homens
devem estender-se a mão?
Novembro de 1971
Natal de quê? De quem?
Daqueles que o não têm?
Dos que não são cristãos?
Ou de quem tráz às costas
as cinzas de milhões?
Natal de paz agora
nesta terra de sangue?
Natal de liberdade
num mundo de oprimidos?
Natal de uma justiça
roubada sempre a todos?
Natal de ser-se igual
em ser-se concebido,
em de um ventre nascer-se,
em por de amor sofrer-se,
em de morte morrer-se
e de ser-se esquecido?
Natal de caridade,
quando a fome ainda mata?
Natal de qual esperança
num mundo todo bombas?
Natal de honesta fé,
com gente que é tradição,
vil ódio, mesquinhez,
e até Natal de amor?
Natal de quê? De quem?
Daqueles que não o têm,
ou dos que olhando ao longe
sonham de humana vida
um mundo que não há?
Ou dos que se torturam
e tortura são
na crença de que os homens
devem estender-se a mão?
Novembro de 1971
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Farófias Super Rápidas
6 claras
4 colheres de açucar
Bater as claras em castelo com o açúcar.
Colocá-las às colheradas num recipiente que vá ao micro-ondas
Por o micro-ondas na máxima potência
Depois de ligar o micro-ondas contar 30 SEGUNDOS.
Retirar e decorar a gosto. Estas têm leite creme e açucar caramelizado.
Ficam óptimas como as fotos mostram.
4 colheres de açucar
Bater as claras em castelo com o açúcar.
Colocá-las às colheradas num recipiente que vá ao micro-ondas
Por o micro-ondas na máxima potência
Depois de ligar o micro-ondas contar 30 SEGUNDOS.
Retirar e decorar a gosto. Estas têm leite creme e açucar caramelizado.
Ficam óptimas como as fotos mostram.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SERICAIA
1 litro de leite
1 pacote de natas, 200ml
120g de farinha de trigo
2 paus de canela
10 ovos
300g de acucar
canela em po q.b
Ferver o leite com os paus de canela e uma casca de limao
Deixar arrefecer bem
Juntar a farinha e mexer com as varinhas
Bater as gemas com o acucar e juntar ao leite
Levar ao lume mexendo sempre ate engrossar
Retirar do lume e deixar arrefecer um pouco
Juntar as claras batidas em castelo e misturar com cuidado.
Por num prato de barro untado e polvilhado com farinha,e polvilhar com um pouco de canela.
Levar ao forno durante 30 minutos, depois tirar do forno fazer uns cortes e levar novamente ao forno mais 20 minutos.
O computador esta maluco, nao tem acentos, nem cedilhas, peco desculpa.
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