segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SERICAIA
1 litro de leite
1 pacote de natas, 200ml
120g de farinha de trigo
2 paus de canela
10 ovos
300g de acucar
canela em po q.b
Ferver o leite com os paus de canela e uma casca de limao
Deixar arrefecer bem
Juntar a farinha e mexer com as varinhas
Bater as gemas com o acucar e juntar ao leite
Levar ao lume mexendo sempre ate engrossar
Retirar do lume e deixar arrefecer um pouco
Juntar as claras batidas em castelo e misturar com cuidado.
Por num prato de barro untado e polvilhado com farinha,e polvilhar com um pouco de canela.
Levar ao forno durante 30 minutos, depois tirar do forno fazer uns cortes e levar novamente ao forno mais 20 minutos.
O computador esta maluco, nao tem acentos, nem cedilhas, peco desculpa.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A MINHA FELICIDADE
Depois de estar cansado de procurar
Aprendi a encontrar.
Depois de um vento me ter feito frente
Navego com todos os ventos.
Nietzsche, in A Gaia Ciência
Aprendi a encontrar.
Depois de um vento me ter feito frente
Navego com todos os ventos.
Nietzsche, in A Gaia Ciência
domingo, 8 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
UMA QUESTÃO DE PERSPECTIVA
" Demasiado jovem, não se julga bem. Demasiado velho, o mesmo. se não pensarmos o suficiente, se pensarmos demasiado, obstinamo-nos e não passamos daí. Se examinarmos a nossa obra logo após a havermos feito, estamos ainda muito imbuídos dela; se muito tempo depois, já não nos ajustamos a ela. Assim os quadros, vistos de muito longe ou de muito perto. Existe apenas um ponto indivisível que é o verdadeiro lugar; os outros estão demasiado perto, ou demasiado longe, demasiado alto ou demasiado baixo. A perspectiva determina-o na pintura. Mas na verdade, e na moral quem o determinará?
Blaise Pascal, in Pensamentos, Europa- América
Blaise Pascal, in Pensamentos, Europa- América
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
RELÓGIO EM CROCHÉ
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
«QUEM MUITO VIU»
Quem muito viu, sofreu, passou trabalhos,
mágoas, humilhações, tristes surpresas;
e foi traído, e foi roubado, e foi
privado em extremo da justiça justa;
e andou terras e gentes, conheceu
os mundos e submundos; e viveu
dentro de si o amor de ter criado;
quem tudo leu e amou, quem tudo foi-
não sabe nada, nem triunfar lhe cabe
em sorte como a todos os que vivem.
Apenas não viver lhe dava tudo.
Inquieto e franco, altivo e carinhoso,
será sempre sem pátria. E a própria morte,
qundo o buscar, há-de encontrá-lo morto.
1961
Jorge de Sena
mágoas, humilhações, tristes surpresas;
e foi traído, e foi roubado, e foi
privado em extremo da justiça justa;
e andou terras e gentes, conheceu
os mundos e submundos; e viveu
dentro de si o amor de ter criado;
quem tudo leu e amou, quem tudo foi-
não sabe nada, nem triunfar lhe cabe
em sorte como a todos os que vivem.
Apenas não viver lhe dava tudo.
Inquieto e franco, altivo e carinhoso,
será sempre sem pátria. E a própria morte,
qundo o buscar, há-de encontrá-lo morto.
1961
Jorge de Sena
domingo, 11 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
É ASSIM O MUNDO DE HOJE- BANQUEIROS E CRISE
"O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
sábado, 3 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
L´ETÉ AU PORTUGAL- JORGE DE SENA
Que esperar daqui? O que esta gente
não espera porque espera sem esperar?
O que só vida e morte
informes consentidas
em todos se devora e lhes devora as vidas?
O que quais de baratas e a baratas
é o pó de raiva com que se envenenam?
Emigram-se uns para as Europas
e voltam como se eram só mais ricos.
Outros se ficam envergando as opas
de lágrimas de gozo e sarapicos.
Nas serras nuas, nos baldios campos,
nas artes e mesteres que se esvaziam,
resta um relento de lampeiros lampos
espenejando as caudas com que se ataviam.
Que Portugal se espera em Portugal?
Que gente ainda há-de erguer-se desta gente?
Pagam-se impérios como o bem e o mal
-mas com que há-de pagar-se quem se agacha e mente?
Chatins engravatados, pelenguentas fúfias
passam de trombas de automóvel caro.
Soldados, prostitutas, tanto rapaz sem braços
ou sem pernas- e como cães sem faro
os pilhas poetas se versejam trúfias.
Velhos e novos, moribundos mortos,
se arrastam todos para o nada nulo.
Uns cantam, outros choram, mas tão tortos
que a mesquinhez tresanda ao mais singelo pulo.
Chicote? Bomba? Creolina? A liberdade?
É tarde, e estão contestes de tristeza,
sentados em seu mijo, alimentados
dos ossos e do sangue de quem não se vende.
(Na tarde que anoitece o entardecer nos prende).
Lisboa, Agosto 1971
in Versos e Alguma Prosa De
JORGE DE SENA
ELEIÇÕES!!!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Arquivo do blogue
Acerca de mim

























